domingo, 26 de março de 2017

15- Crime perfeito (fim da maldade)




O detetive seguiu as pistas que tinha e não descobriu nenhum sinal do escritor Cassiano. Parecia que ele havia evaporado. Procurou pelo nome falso que a Suzana lhe dera e nada. Deduziu que ele estava usando um terceiro nome. Sua foto foi espalhada nos aeroportos e rodoviárias. 

Sua conta bancária havia sido encerrada há semanas. Bem antes do corpo do Josias ser encontrado. 

As locadoras de automóveis estavam sendo investigadas. Numa das locadoras descobriram que ele alugara um carro para o interior de São Paulo, na ocasião da morte da faxineira. 

Que homem era aquele que, de um escritor famoso, passara a ser procurado como um criminoso? Um homem que durante muito tempo viveu na obscuridade, recolhido no seu mundo literário, agora era manchete em todos os noticiários? 

Nas redes sociais a notícia se espalhara rapidamente. Nos comentários a preocupação era a sempre a mesma.

- Quantas pessoas esse assassino matou?
- Se ele continua livre pode matar muita gente por aí.
- Coitado de quem atravessar seu caminho!
- Será que ele está procurando a Suzana, sua esposa?
- Eu não queria estar na pele da atual esposa.
- Se ele fez picadinho dá primeira vai fazer dessa também.
- A polícia precisa encontrar logo esse monstro.
- O mundo está perdido, não se pode confiar em mais ninguém.
- Quem diria, um escritor como ele se tornar um homem sem escrúpulos!
- Será que foi ele que matou os sogros? - alguém tinha lido uma matéria sobre a atual esposa do Cassiano, a Suzana, onde ela comentara que os pais haviam morrido após sofrer um acidente de carro. O acidente tinha ocorrido pouco tempo depois que ela levara o escritor para conhecê-los.

Ao ler aquele comentário no computador da pensão, Suzana ficou petrificada. Ela não pensara na morte dos pais. Tentou lembrar os acontecimentos daquele dia. 

Na volta da fazenda, eles conversaram muito pouco. Ele cochilou durante a viagem, enquanto ela dirigia. Ela o deixou em casa e foi para o trabalho. No final do dia recebera a notícia do acidente.

Estava atordoada com essas notícias e com os comentários maldosos. Não queria acreditar que o companheiro gentil e amoroso era o protagonista do noticiário da TV, internet e jornal impresso. Desligou o computador e foi dormir.

Cassiano chegou à rodoviária de São Paulo e pegou um ônibus para o interior. O movimento de pessoas que iam de um lado para outro era intenso. Ninguém reparou num padre que caminhava entre a multidão. Ele ficaria na cidade vizinha àquela onde morou por tanto tempo e onde a Suzana estava.

O escritor estava confiante, sabia que a polícia era vagarosa. Se hospedaria  num motel de beira de estrada, conhecia bem o lugar, já passara por ali. Certamente, o dono estranharia a presença de um padre no motel, então antes de chegar, ele tirou a batina. 

Daria um jeito de ir atrás da Suzana. Provavelmente ela estava na mesma pensão onde o Josias ficara. Não tinha nenhum hotel na cidade. Apesar de viver recluso, ele conhecia o lugar onde morara por tanto tempo.

Ao chegar e pedir um quarto a adrenalina estava a mil. Não via a hora de rever sua esposa. Pensou em dar uma volta, no dia seguinte, pelas redondezas da pensão. Ele estava com a aparência bem diferente das fotos espalhadas para a sua captura. Andaria de ônibus, assim não seria notado entre os passageiros. Se alguém puxasse assunto, faria um sinal, para mostrar que era surdo mudo.

A partir do dia seguinte ele começou a sair cedo e pegar o ônibus num ponto próximo. Criou uma rotina. Andava pela cidade onde morara, distraidamente, sem parar em nenhum lugar específico. Seus olhos procuravam a Suzana. Tinha esperança de vê-la por ali. Imaginara que ela estaria se sentindo mais segura ali do que numa de suas casas no sul do país.

Ele poderia ter ido para algum outro lugar e viver tranquilo, a polícia jamais o encontraria, mas precisava conversar com a Suzana. Tinham contas a acertar. Ele queria que ela o acompanhasse. Ela poderia vender seus bens e os dois comprariam uma casa no norte ou nordeste. Se ela o amasse acreditaria nele, na sua versão.

Para não chamar a atenção de ninguém na rua ele usava algumas estratégias. Uma delas era sentar na praça com um jornal na mão. Fingia que lia enquanto observava os arredores. Quem é que iria reparar aquele homem comum, de aparência insignificante? Outra estratégia, além do horário diferente, era mudar os lugares por onde caminhava. 

Numa dessas caminhadas em que ele parecia um andarilho, viu a Suzana saindo da pensão em direção à praça. Ela estava sozinha. Saíra para comprar algumas roupas já que pretendia continuar ali por mais algum tempo. A Nair não pôde acompanhá-la, apesar de ter garantido que tomaria conta dela.

Era um horário de pouco movimento, após o almoço. Ele a seguiu de longe, disfarçadamente. Quando ela estava a uma quadra da loja e bem afastada da pensão, ele se aproximou dela, às suas costas e falou:

- Estou armado, não olhe para trás e nem ouse gritar. Continue andando até o ponto do ônibus. Assim que o ônibus parar, você vai entrar e comprar a passagem até a cidade vizinha. Sentarei ao seu lado e vamos descer juntos, entendeu? 

Ao reconhecer a voz, Suzana tremia dos pés à cabeça. Teria que obedecê-lo, senão ele poderia atirar nela e em qualquer pessoa que se aproximasse.

Ela seguiu adiante e ele encostou nela. Será que ninguém tinha reparado neles? Com o coração disparado, Suzana chegou no ponto que estava vazio aquela hora do dia. Onde estava a proteção que o delegado havia prometido? 

Mal sabia ela que um policial a seguia, discretamente, a paisana. Assim que o ônibus encostou, Cassiano a empurrou delicadamente para dentro e sentou-se ao seu lado. O policial entrou e sentou logo atrás. 

Quando o ônibus se aproximou do motel, o escritor deu sinal e conduziu a Suzana para a porta de saída. O policial desceu na parada seguinte depois de ligar pedindo reforço. 

No quarto, Cassiano a jogou sobre a cama. Suzana, com as mãos trêmulas tentou se defender acertando a bolsa no rosto dele.

- Fique quieta e me escute. Não quero te machucar, quero apenas que você acredite em mim. Não sou o monstro que estão pintando.
- Se você é inocente porque está fugindo? A polícia quer apenas ouvi-lo. 
- Tenho acompanhado o noticiário, minha querida. Sei que a polícia está me acusando da morte do meu agente. O que aconteceu foi um acidente, não tive a intenção de matá-lo.
- E a sua esposa, também foi um acidente? 
- Sim, eu não pretendia matá-la, foi ela quem começou a discussão.
- Quem mais você matou sem querer?
- Eu estou com saudades de você, dos seus beijos. Esqueça esses casos para seu próprio bem. Vamos fugir juntos. 
- E meus pais, você tem alguma coisa com a morte deles? E aquela mulher que trabalhou na sua casa? Você a matou?
- Seu pai não foi com a minha cara, estava na hora dele sair de cena e sua mãe o acompanhou como uma boa esposa.
- Então você admite que os matou? Meu Deus! Quem é você, afinal?
- Aquela faxineira estava bisbilhotando a minha vida. Teve o que procurou. Ela foi responsável pelo que aconteceu a ela.
- Você é muito mal, como pode carregar tanto ódio dentro do coração?
- Querida, já disse que não quero machucá-la. Pare de me acusar. Aquelas pessoas pediram para morrer. Não faça como eles. Não tenho nenhuma arma comigo, menti quando falei que estava armado.
- Tenho nojo de você. Não quero compactuar com tanta maldade. 
- Sinto muito, queira ou não, você vai ficar comigo. Vou trancá-la no banheiro e amanhã iremos embora para bem longe daqui. Se não fizer o que quero irá se arrepender. 

De repente, vozes alteradas ao lado de fora do quarto deixaram Cassiano em alerta. Ele agarrou o braço da Suzana no momento em que a porta foi aberta. O gerente do motel abriu a porta com a chave reserva.

Os policiais entraram e vendo que o escritor estava desarmado partiram para cima dele e o renderam. No instante em que um dos policiais ia algemá-lo, ele agiu com rapidez, tirou a arma do policial e deu um tiro no céu da boca.

Acabou ali, naquele quarto de motel, a vida do homem que ao invés de aproveitar a fama pelas obras desenvolvidas ao longo da carreira, optou pelo crime. Ele preferiu tirar a própria vida a ter que pagar pelos erros cometidos.

Suzana, desolada com aquela cena que ficaria gravada em sua memória para sempre, tomou a decisão de vender a fazenda e a casa da cidade. Não quis voltar a morar no sul do país. Ela comprou a casa onde o Cassiano morou com a Belinda e doou para a prefeitura. Ali seria aberta uma biblioteca. 

Apesar da decepção amorosa, guardaria na lembrança os bons momentos que tivera com o escritor. A Nair, agora sua amiga, a convidou para ser sua sócia. A pensão seria transformada numa pousada. 

O movimento da cidade aumentou. Os curiosos queriam saber os detalhes daqueles crimes sórdidos.

                                                                   Fim

Chegou ao fim a história do Cassiano! Deixe a sua opinião sobre a atitude tomada por ele no momento em que seria preso.



Obrigada pela visita!

 Abraços e uma ótima semana!!
   Cidália.

Seguem os links dos capítulos anteriores:

1- http://contosdacabana.blogspot.com.br/…/11/crime-perfeito.h…


14- http://contosdacabana.blogspot.com.br/…/14-crime-perfeito-i…


56 comentários:

  1. Ele não suportaria ficar preso, por isso suicidou-se. Quanto a Suzana, achei uma personagem sem sal, sem vida. Ainda lembrar dos bons momentos que viveu com o psicopata, que matou seus pais? Fim.

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    1. Obrigada, Vera, pelo comentário!!
      Pois é, o Cassiano mesmo depois de morto continuou dominando a mente da Suzana. A tal ponto que ela esqueceu que foi ele quem provocou a morte dos seus pais.
      Beijos ❤

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  2. Oie

    Impactante. Mas ele preferiu a morte do que ser preso.
    Achei sinistro a Suzana lembrar os momentos bons, não sei se eu teria em uma situação como essa.

    bjs

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    1. Oie, Fernanda!

      Muito obrigada pela opinião!!
      Bjs.

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  3. Cidália, que história! Eu ainda não li os posts anteriores, mas com certeza vou! Fiquei impressionada! Agora tenho que concordar com a Vera, Suzana ainda vai se lembrar de bons momentos com ele? Ela é doida então! rsrs

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    1. Olá!!
      Espero que você goste dos outros capítulos!
      Muito obrigada pelo comentário e opinião!!

      Beijo.

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  4. Pobre susana com certeza estava em estado de choque pra falar dos bons momentos ,imagino que o sofrimento foi tanto que ela esqueceu tudo sobre a morte de seus pais,Cassiano era um escritor famoso que preferiu viver no caminho do mal ,a morte pra ele foi um alívio na sua mente perturbada ,parabens adorei o final .

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    1. Oi, Cleuza!
      Pois é, a Suzana ficou anestesiada com os acontecimentos que acabou esquecendo da morte dos pais.
      Muito obrigada pelo comentário, amei a sua opinião!!

      Beijos ❤

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  5. Cidália, você mais uma vez conseguiu me surpreender. Eu jamais poderia imaginar que ele foi cometer o suicídio. Eu queira que ele pagasse pelos crimes dele atrás das grades. Mas acredito que em algum lugar ele vai pagar pelo o que fez. Gente, que história, simplesmente incrível. Super me arrependi de não ter acompanhado antes.O bom foi que consegui em pouco tempo ter acesso a toda a história. Adorei, Cidália. Como sempre, você está de parabéns. Já estou curioso para as próximas histórias.
    Obs: agora pretendo ficar mais atento as publicações. Desculpe a sumida.
    Parabéns e obrigado por nos encontrar com mais uma história incrível.
    Abraço! :D

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    1. Olá, Leandro!!
      Fiquei feliz sabendo que você gostou do desfecho da história.
      Muito obrigada pelo apoio e carinho!!

      Abraço.

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  6. Então, acabou a história com a morte do Cassiano?! Final interessante que me provoca duas reflexões:

    Cassiano era um covarde p/ ter tirado a própria vida, fugindo das consequências que ele causara ou, justamente, o contrário, era corajoso e frio demais a ponto de tirar a própria vida p/ ficar impune.

    Bom suspense, daria um livro.

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    1. Oi, Rob, sim!!
      Gostei muito da sua opinião!
      Muito obrigada pelo comentário e apoio!
      Abraço.

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  7. Olha...atitude bem covarde a dele, acho que ele deveria ter ido preso e sofrido um pouco, pq além de fazer as pessoas que matou sofrerem, tbm fez a família e a morte é uma perda irreparável.
    Mas o suspense é legal.

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    1. Olá, Kassia!!
      Muito obrigada pela opinião, gostei bastante!
      Beijo.

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  8. Fiquei bem perdida na história e não entendi muita coisa, mas não gosto dessa coisa de vilão se matar e não pagar pelo que fez.
    Você escreve super bem.
    MEU AMOR PELOS LIVROS
    Beijos

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    1. Oi, Ivi!
      Muito obrigada pelo comentário e opinião!!

      Beijo.

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  9. Oi!
    Confesso que fiquei um pouco perdida pois não acompanhei os capítulos anteriores, mas vou ler todos e depois volto aqui pra falar o que achei ;)

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    1. Oi, Sabrina!!
      Espero que você goste da trama!

      Obrigada pelo comentário!!
      Beijo.

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  10. Oiee ^^
    "O movimento da cidade aumentou. Os curiosos queriam saber os detalhes daqueles crimes sórdidos." - retratou muito bem o ser humano...haha' sempre querendo ver a desgraça dos outros.
    Uma pena que o Cassiano não tenha pago pelos crimes que cometeu, mas pelo menos não iria machucar mais ninguém, né? Achei o final um pouquiiinho corrido, mas gostei :)
    MilkMilks ♥

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    1. Oie, Dryh!!
      Gostei muito da sua opinião! É assim mesmo, difícil entender o ser humano!!
      Muito obrigada pelo comentário!
      Beijo.

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  11. Olá!
    Fiquei chocada! Acho que ele não aguentaria o tempo na prisão por isso lhe foi mais conveniente se matar, queria saber mais detalhes no final sobre o que se passou na cabeça de Suzana, tirando isso, essa história está de tirar o fôlego, meus parabéns!
    Beijos,Lari.
    Segredosdeumacerejeira.blogspot.com

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    1. Olá, Larissa!!
      Muito obrigada pelo comentário e opinião! Que bom que gostou!!
      Beijos.

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  12. Olá amore,
    MEUUU DEUSSS que delícia de escrita, queria ter tempo pra ler os que já estão no blog pra não ficar perdida por aqui... Só pelo que li aqui vi que você tem futuro com a escrita amore.

    Beijokas!

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    1. Olá, Grazi!
      Muito obrigada pelo comentário e elogios!!

      Beijocas.

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  13. Oie
    Uau!!! Adorei!!
    Ele acabou com tudo... corajoso? Não sei... mas foi a forma que ele achou pra não ser preso. E a Suzana? Senti um pouco de saber mais dela... mas, enfim, fiquei bem presa à sua escrita e queria te parabenizar.
    Bjo

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    1. Oi, Thaís!
      Muito obrigada pelo comentário! Gostei muito da sua opinião!!
      Valeu, beijos.

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  14. Oie...
    Adorei o texto, mesmo não tendo lido os posts anteriores. Percebemos facilmente que você tem um ótimo domínio com a escrita!
    Parabéns e continue escrevendo...

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    1. Oi, Diane!
      Muito obrigada pelo comentário e elogios!!
      Beijo.

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  15. Olá Cidália,
    Essa sua história é muito bem construída e estava curiosa com relação ao final. Gostei muito do rumo que a história teve, pois não poderia esperar menos dessa pessoa que cometeu tudo isso.
    Parabéns por usar as palavras tão bem assim.
    Beijos

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    1. Olá, Bruna!
      Muito obrigada pelo comentário!!
      Seus elogios me deixaram muito feliz!
      Beijos.

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  16. Olá,

    Lembro-me que li alguns capítulos da história e confesso que pulei o final. Quero começar a ler do início e entender mais, pois ficar lendo picado é ruim, não é mesmo? Assim que eu terminar de ler compartilho minha opinião com você! ♥

    → desencaixados.com

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    1. Olá!!
      OK, oba!! Espero que você goste da trama!
      Vou aguardar a sua opinião!!
      Obrigada, beijos.

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  17. Oi Cidália, como está?
    Jesus, que história foi essa?! Se eu disser que não estou sabendo lidar, por favor, não me mate. Eita preula de situação difícil essa que a Suzana tá vivendo, mas duvido que esses bons momentos vão permanecer quando cair a ficha realmente. Já imagino de antemão o sofrimento dela depois. Não que vá haver um depois.
    Abraços e beijos da Lady Trotsky...
    http://rillismo.blogspot.com

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    1. Oi, Renata, tudo bem!
      Muito obrigada pelo comentário! Gostei bastante da sua opinião!!
      Pois é, a Suzana ficou atordoada com todos os acontecimentos.
      Abraços e beijos!
      Cidália.

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  18. Mas é um fraco mesmo, não aceitou pagar pelos crimes que fez e decidiu se matar. Covarde ridículo. Que bom que nada aconteceu com Suzana, e que mente doentia e cruel ele tinha.
    Bjs

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    1. Obrigada pelo comentário!! Concordo com você! Ele agiu covardemente.

      Beijo!

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  19. Nossa que história foi essa? Achei bacana apesar de não ter lido os anteriores me pareceu bem interessante.
    Que homem fraco! Me lembrou alguns filmes.

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  20. Olá, tudo bom?
    Não li os posts anteriores ainda mas achei a escrita muito boa e fluida. Fiquei interessada e com toda a certeza vou ler os primeiros capítulos, ainda que já saiba o final rs Só não gostei do vilão se matar e não pagar pelo que fez, mas, isso só demonstra a fraqueza dele né? Enfim! rs

    Beijos!

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    1. Olá, tudo bem!
      Muito obrigada pelos elogios!! Espero que você goste dos outros capítulos. Verdade, no fundo ele era um homem fraco!

      Beijos.

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  21. Olá td bem.
    Nossa o personagem e bem frio neh.
    Fiquei bem entretida na historia,a leitura flui que você nem percebe.

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    1. Olá, tudo bem!
      Sim, ele é um homem fraco e covarde.
      Muito obrigada pelo comentário!

      Bjos.

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  22. nossa, a trama teve um bem construído desfecho... acompanhei algumas passagens da história de Suzana e Cassiano e esse final me pegou de surpresa...
    bjs :D

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  23. Oie
    uau que trama interessante, muito bem construída e me deioxu bem aflita, gosto de coisas escritas assim, muito bom mesmo

    beijos
    http://realityofbooks.blogspot.com.br/

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    1. Oie!
      Muito obrigada pelo comentário e elogios!! Fico feliz que tenha gostado do que leu.

      Beijos!

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  24. Olá!
    Adorei a sua história! Mas esse final me deixou com um sentimento de que o que tinha que acontecer não aconteceu, além de achar muito bizarro a Suzanna ficar lembrando os bons momentos com ele.
    Beijos.

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    1. Olá!!
      Muito obrigada pelo comentário! Gostei da sua opinião sincera!!
      Beijos.

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  25. Olá!
    ótima história. Me imagino na cabeça desse assassino: eu também iria preferir a morte do que passar muitos anos e até morrer na prisão.
    Não sei se sinto pena da Suzana, porque ela meio que se deixou ser influenciada pelo cara...

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    1. Olá!
      Muito obrigada! Gostei bastante da sua opinião!!
      Beijos.

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  26. Oláa!!
    Não acompanhei os primeiros capítulos, por isso fiquei um pouco perdida rs
    Mas o gênero me atraiu bastante, pois adoro histórias e assassinatos e mortes, e sua escrita é ótima!
    Continue escrevendo hehehe
    Um beijo!!

    www.asmeninasqueleemlivros.com

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    1. Olá, Amanda!
      Muito obrigada pelo comentário e elogios!!
      Beijos.

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  27. que escrita ein??? Muito profundo, cada palavra, me senti na história haha, eu nunca tinha visistado o seu site, e vou precisar voltar nos outros capítulos para acompanhar melhor!! PARABÉNS!

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    1. Olá, Ivana, que bom que você gostou da minha escrita!!
      Muito obrigada pelo comentário!!
      Beijos!

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  28. Olá!
    Não teve jeito, tive que parar pra ler os anteriores hahahaha achei a trama super envolvente e esse final impactante! Gostei muito da escrita, vou ficar de olho para outros futuros textos ;)
    Beijos,

    Luana

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    1. Olá, Luana!
      Oba, que ótima notícia!! Seu comentário me deixou muito feliz!
      Obrigada!!
      Beijos!

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