segunda-feira, 29 de junho de 2020

Mistério divino



Ao olhar para o céu e admirar o pôr do sol ou o amanhecer, ela se surpreende como se fosse a primeira vez. As belíssimas imagens enchem seus olhos e ela agradece a Deus pela magnitude, pela vida, pelo amor e por todas as bençãos que recebe todos os dias ao acordar.













Uma amiga vê um anjo numa das fotos do pôr do sol. Com certeza, os anjos estão presentes nesses momentos em que apreciamos as obras de Deus, seja um lindo pôr do sol ou uma bela noite de lua cheia.

Todo dia recebemos um presente, mais um dia de vida. Enquanto muitos agradecem, outros o desperdiçam.

Ela não julga ninguém, pois cada um sabe o que é melhor para si. Afinal, somos responsáveis pelos nossos atos, pelas nossas escolhas.

Muitas postagens sobre o amor são vistas ultimamente, porém, infelizmente, ainda há quem destile o ódio.

Quem não sabe apreciar a beleza do sol e da lua, quem não se encanta com o mistério divino, jamais semeará o amor.

PS: Entre essas fotos algumas são recordações de viagens inesquecíveis.

Obrigada pela visita!

Cidália.

segunda-feira, 8 de junho de 2020

Até quando?

(Máscaras confeccionadas pela sobrinha)

Ela observa a montanha à sua frente. Observa a evaporação da água que sobe pelos ares.
Pena que ela está sem o celular para tirar uma foto.

A espera é longa. Ela pensa em sair do carro. Mas, ir aonde?

Ela prefere usar o tempo para observar.

As nuvens dançam no céu num ritmo lento.

O vento balança as folhas das árvores.

Os pássaros se movimentam para lá e para cá.

Pessoas transitam pela avenida. Algumas mascaradas e outras não. Outras, com a máscara no lugar errado.

Uma cena chama a sua atenção, duas moças sem máscaras, abraçadas. Cadê o distanciamento? 

O silêncio é quebrado pelo barulho dos automóveis.

A escola ao lado está fechada há mais de dois meses.

Ela se dá conta que há mais de dois meses não vê as amigas e não sai a pé à rua.

O contato com as amigas é somente através do WhatsApp. Ela percebe que algumas amigas estão sumidas até mesmo do WhatsApp. Outro dia que ela foi ao Banco, viu uma amiga e se cumprimentaram com um aceno. Apenas um “oi”. Em outros tempos quando se encontravam ficavam horas conversando. Mesmo que os maridos tivessem que ficar esperando.

O isolamento social tornou-se também virtual? Pode ser falta de assunto? Talvez!

Do outro lado da rua ela vê a igreja enfeitada com bandeirinhas. Nos anos anteriores, nessa data, as missas eram realizadas todas as noites durante 13 dias (31/05 a 12/06) e no dia 13, além da missa, havia a procissão em louvor ao Santo Antônio, o padroeiro.

Nos finais de semana aconteciam as famosas quermesses. Uma tradição de longa data.
Na cidade, as barraquinhas de comes e bebes, e de tudo que se possa imaginar para vender.

O mês de junho sempre foi festivo também nas escolas com suas tradicionais e divertidas festas juninas.

Este ano as missas são realizadas pela internet.

Na TV as notícias continuam alarmantes.

Com a flexibilização da quarentena os cuidados devem continuar. É importante que as pessoas se conscientizem que a saúde deve ser preservada. A saúde delas e a do próximo. Sempre.

Todos temos o direito de ir e vir, mas temos que ter consciência do risco.

Até quando? Só Deus sabe.


Grata pela visita,

Cidália.

segunda-feira, 25 de maio de 2020

À sombra da jabuticabeira





Lá vai ela com um livro na mão e uma cadeira de praia para se sentar à sombra da jabuticabeira.

Ela é privilegiada. Ao seu redor há muitas plantas. Frutíferas, ervas aromatizantes e flores de várias cores.

Enquanto seus olhos devoram as palavras nas páginas à sua frente, ela se coloca no lugar da protagonista.

No silêncio da tarde sua mente viaja por lugares incríveis e inesquecíveis. Ela se desconecta da realidade por algum tempo. Esquece as notícias ruins que brotam na TV todos os dias.

Ali conectada com a natureza ela agradece por aquele momento. Não se cansa de admirar a beleza das flores.

Ela se envolve da tal maneira com a leitura que não vê o tempo passar.

Ela não sabe até quando suas viagens serão somente através das páginas dos livros.

Ela não sabe de nada. Só lhe resta manter-se tranquila e esperançosa.

O que tiver de ser será.

Com essa certeza ela continua a viajar através dos livros que já estão sendo relidos. Ou das fotos que ela não se cansa de olhar.

O silêncio da tarde é quebrado pelo canto dos pássaros.

Pássaros que se abrigam nos galhos da jabuticabeira.

Por um instante ela fecha o livro e observa aquele paraíso.

O sol ilumina a sua face.

Duas pipas voam no ar sobre a casa do vizinho. Por alguns minutos ela se distrai observando-as.

A imagem de uma ave de asas grandes se mistura com as pipas. Será um corvo? Não, parece que é um gavião, ele sobrevoa o telhado da casa do vizinho e desaparece. Não deu tempo de fotografá-lo. Seria uma miragem?

Ela se volta para o livro. Abre-o na página marcada e recomeça a leitura. Cada vez mais, se envolve com os personagens.

Sua mente embarca novamente naquela viagem.


Seu comentário é bem vindo, obrigada!

Cidália.


terça-feira, 28 de abril de 2020

Distanciamento





Há mais de um mês que palavras como isolamento e distanciamento social são ouvidas todos os dias.

Na verdade, distanciamento físico, além do social, quando não podemos nos aproximar das pessoas. Sem abraços e sem apertos de mãos.

Durante o mês de reclusão (não que eu fosse uma pessoa que tivesse uma vida social ativa), saí somente cinco vezes com os cuidados necessários.

Uma das vezes fui ao mercado bem cedo. Encontrei poucas pessoas, mascaradas como eu. Vi uma conhecida e trocamos algumas palavras mantendo a distância entre nós.
Uma sensação ruim, como se as pessoas tivessem medo uma da outra.

Parei na casa da minha irmã para pegar uns livros e fizemos apenas o gesto do abraço. Mais de um mês sem nos encontrarmos pessoalmente. Fiquei no quintal onde conversei um pouco com um sobrinho e sua esposa bem longe um do outro.

Vejo minha neta quase que diariamente pelo face time. Quando irei sentir seus braços me envolvendo num abraço carinhoso? Por enquanto me contento em beijá-la através da tela do celular e de curtir suas fotos e vídeos.

Acompanho o crescimento e desenvolvimento do meu sobrinho mais novo pelas postagens da sua mãe, minha sobrinha neta.

Tenho um sobrinho que mora no Peru que está sem ver a esposa e os filhos desde o início da quarentena. Uns dias antes, ela foi visitar a mãe que mora numa outra cidade. Lá é necessário a autorização do governo para que meu sobrinho possa buscar a família.

O tempo está passando rápido, ainda bem, pois sabemos que tudo passa e tudo isso em breve será passado.

Só vejo o jornal uma vez ao dia para me atualizar sobre as últimas notícias. Afinal, têm muitos programas bons e interessantes na TV, é só escolher o que nos agrada.
Tem também as lives dos artistas e as missas ao vivo.

Nesse tempo tenho lido, assistido filmes e séries nas horas vagas. Gosto de fazer atividades físicas na parte da manhã, tomar sol no jardim e estou fazendo meditação online às 20h a convite de uma sobrinha. 

O mantra recitado pelo Tadashi Takomoto em suas lives no Instagram, é:

Que haja amor, compaixão e paz entre todos os seres do Universo.

Sinto estar em falta com o blog, minha inspiração está bloqueada, mas espero que em breve as palavras retornem com força total para eu continuar escrevendo.

Vamos seguindo a vida, algumas pessoas em casa e outras tendo que sair para trabalhar. Peçamos a Deus que proteja todos esses profissionais e a todos nós!

Vou deixar a letra de duas músicas ouvidas na meditação.

Aprendiz


Tim e Vanessa


Como alguém que encontrasse a luz
Depois de andar e andar
Procurando o caminho
Como alguém que, enfim
Já pudesse ouvir
Respostas que trazem consolo e sentido ao destino
Eu encontrei tuas páginas
E sequei minhas lágrimas
Percebi que a dor da semente
É o parto da vida
Como alguém que já quer seguir
Os passos do mestre com fé e razão conscientes
Como alguém que, em si
Já soubesse ouvir
As vozes dos seres que habitam
O espaço infinito
Eu encontrei tuas páginas
E sequei minhas lágrimas
Percebi que a dor da semente
É o parto da vida
Minha dor me trouxe aqui
Pra entender a flor que brota em mim
Meu amor é aprendiz
De um bem maior, que seja assim
Nesse vai e vem sei que voltarei
Pra cuidar da flor, pra acalmar a dor
E ser feliz


Não ha segredo nenhum
Apaga a dor, já passou
Abre a janela feliz
Olha que o vento soprou
Bem mais cor do que você quis
Canta o que nunca cantou
Foi teu irmão que pediu
Tudo o que sempre sonhou
Tava perto e você não viu
A vida é bola de gás
Segura a corda com a mão
Tudo o que o vento não traz
Ta guardado em seu coração
A estrada sempre tem luz
O amor tem sempre razão
Quando a alegria conduz
Não importa qual direção
Lembra da flauta que
Fonte: Musixmatch
Obrigada pela visita,

Cidália

domingo, 22 de março de 2020

Quarentena




Manhã de domingo. Um domingo um pouco diferente dos demais. Sem a missa matinal.

Um dia a gente acorda e vê o mundo de pernas para o ar. As palavras do momento são isolamento e distanciamento social.

Parece estranho que até outro dia era possível cumprimentar de mão dada e abraçar as pessoas.

E agora parece que as pessoas têm medo de se aproximar de alguém.

É preciso ficar em casa, seguir as orientações por causa do vírus que assola o mundo.

Neste domingo, 22 de março, dia mundial da água, ela se levanta da cama com a decisão de não ver as notícias.

Ela dá uma volta no jardim, aprecia as flores e faz um exercício de descer e subir a escada.

Prefere ouvir música enquanto faz algumas tarefas do dia a dia.

Faz um bolo de banana e aveia.

Prepara o almoço.

Troca mensagens com uma das sobrinhas que mora longe pelo whats app.

Recebe o telefonema da irmã.

Após o almoço com o marido, ela assiste um filme, o marido vai para o jardim. Ele tem muita coisa para fazer. Desde cedo.

No meio da tarde o casal vê o filho e a neta pelo face time. Conversam sobre o assunto do momento e as devidas precauções.

No final da tarde ela organiza um espaço para se exercitar. Recebeu alguns vídeos da professora de Pilates.

A professora de musculação também ficou de mandar algumas aulas.

Ela terminou de ler o livro “Até o fim” (HARLAN COBEN) e já tem outro para ler durante a semana.

A rotina deste domingo não é muito diferente dos outros domingos, com exceção da missa.

Ela liga para um dos tios. Precisa saber se ele está cumprindo a quarentena.

Pensando nos acontecimentos que assombram o mundo lhe vem à mente alguns filmes que abordam temas como epidemias ou pandemias mortais.

Enquanto ela vê as notícias pela TV não imagina que pode ser afetada a qualquer momento pelo Corona vírus.

Muitos idosos não entendem o que está acontecendo. Principalmente aqueles que gostam de cumprimentar com um aperto de mão e um abraço. Esses idosos não assistem o noticiário ou se assistem não compreendem a gravidade.

Para muitos é difícil ficar em casa, pois se sentem solitários nos dias normais, imagina agora com o distanciamento social sendo necessário. Eles entenderão que isso é para protegê-los?

O jornal mostra países que estão enfrentando um caos. Pessoas que se desesperam e correm para comprar máscaras, álcool gel e mantimentos.

O brasileiro faz piadas. Talvez seja uma maneira de enfrentar a situação.

É preciso seguir as recomendações da saúde para não deixar o vírus se alastrar.

Ainda que não possamos nos abraçar fisicamente neste momento é necessário que estejamos unidos na fé e na esperança de que logo tudo isso será passado.


Obrigada pela visita, 
Cidália.

domingo, 8 de março de 2020

Andar apressado



Ela caminha com seu andar decidido e apressado entre as pessoas na rua movimentada.

Ela encara os transeuntes que esbarram nela com o olhar fixo e as sobrancelhas arqueadas. Deseja-lhes um bom dia.

Há uma energia inesgotável naquele corpo de um metro e meio de altura e cinquenta quilos.

A força que emerge dela a faz parecer incansável.

Ela não perde tempo com coisas banais.

No momento em que desperta para um novo dia pensa na lista interminável de coisas que tem para fazer.

Muita coisa para organizar, cuidar, comprar, pagar e gerenciar.

Muitas bocas dependem dela e esperam seu alimento matinal.

Ela tira um tempo para cuidar de si uma vez na semana quando dá, quando o cabelo precisa de um corte ou as unhas precisam de cuidados.

Ela se preocupa com as pessoas e as protege da melhor maneira possível.
Mas, quem cuida dela?

No silêncio do quarto quando a noite chega ela desaba sobre os lençóis macios.

O descanso é bem-vindo.

Após a oração ela se esparrama na cama, fecha os olhos e espera pelos sonhos.

Muitas vezes o sono demora a chegar. Ela organiza mentalmente a agenda do dia seguinte. Não consegue se desvencilhar das suas tarefas.

Outras vezes, o sono chega assim que ela fecha os olhos.

O despertar no dia seguinte a coloca em pé num sobressalto antes que o alarme toque.

Ela dará conta de cumprir a lista do dia?

Tem que levar o carro para a revisão. Na cidade vizinha. Vai precisar de mais tempo naquele dia.

Espera aí, ela se dá conta de que também precisa de um check up.

É chegada a hora dela pensar um pouco mais em si.

No dia seguinte vai marcar uma consulta com um médico.

Pensa em chamar as amigas para um café da tarde. Como nunca fez algo assim, imagina que vão estranhar o convite. Nunca o fez por falta de tempo.

Ela vê as amigas sempre que tem oportunidade. Gosta da companhia delas. Fora da sua casa.

Ela sabe que as amigas a entendem e compreendem a sua atitude.

Lá vai ela com seu andar decidido pelas ruas da cidade. Não pratica nenhuma atividade física, porém gosta de caminhar de vez em quando. Ela acena e sorri quando encontra alguém conhecido, mas não para. Não tem tempo para jogar conversa fora.

Lá vai ela com seu andar decidido e apressado pelas ruas da cidade.


Pitty – “Desconstruindo Amélia” (2009)

A cantora brasileira Pitty também foi uma que falou sobre os estereótipos que a sociedade aplica às mulheres e resolveu contar a história de uma que resolveu mudar as coisas, além de abordar a diferença de salários entre homens e mulheres.
Já é tarde, tudo está certo
Cada coisa posta em seu lugar
Filho dorme, ela arruma o uniforme
Tudo pronto pra quando despertar
O ensejo a fez tão prendada
Ela foi educada pra cuidar e servir
De costume, esquecia-se dela
Sempre a última a sair
Disfarça e segue em frente
Todo dia até cansar
E eis que de repente ela resolve então mudar
Vira a mesa, assume o jogo
Faz questão de se cuidar
Nem serva, nem objeto
Já não quer ser o outro
Hoje ela é um também
A despeito de tanto mestrado
Ganha menos que o namorado
E não entende o porquê
Tem talento de equilibrista
Ela é muita, se você quer saber
Grata pela visita!

Um abraço, Cidália. 


sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

A Mulher




Uma frase que li no Instagram me levou a escrever este texto.

A metade do mundo é de mulher e a outra metade são os filhos dela.

Muitas coisas ouvimos no dia a dia, hoje por exemplo, ouvi na academia da boca de uma moça que a mulher brasileira não se valoriza, que o Brasil é visto como o país do samba (ela disse isso enquanto mostrava na TV duas sambistas). Não bastasse isso, a moça e outra amiga acharam defeito nas duas beldades.

Eu não disse nada, mas pensei “quem dera eu soubesse sambar como essas duas!” Sempre tive vontade e nem com as minhas sobrinhas me ensinando consegui aprender. Não tenho molejo.

Acho lindo quando vejo pessoas sambando ou dançando qualquer tipo de música com maestria. Sinto uma pontada de inveja e acabo me conformando. 

Já quebrei o salto de uma sandália dançando vaneirão com uma sobrinha num baile. Como meu marido não gosta de dançar, ela foi o meu par. Rodopiamos pelo salão.

O que tem a frase lida no Instagram com o comentário da moça na academia? Vou deixar essa pergunta para quem quiser deixar uma opinião no comentário.

Já ouvi da boca de um homem que a mulher se arruma para outra mulher e não para o homem. Será? Eu me arrumo para mim, me visto da maneira que me sinto bem, confortável, não sigo os modismos. Gosto de admirar determinadas roupas, porém não me vejo vestida nelas.

Muitas músicas foram feitas para homenagear a mulher. Temos uma data para nós (08/03).

Mulher de 40 (Roberto Carlos)

Sorriso bonito
Olhar de quem sabe um pouco da vida
Conhece o amor
E quem sabe uma dor
Guardada escondida
Por experiência
Sabe a diferença
De amor e paixão
O que é verdadeiro
Caso passageiro
Ou pura ilusão
É jovem bastante
Mas não como antes
Mas é tão bonita
Ela é uma mulher
Que sabe o que quer
E no amor acredita
Não quero saber da sua vida, sua história
Nem do seu passado
Mulher de quarenta eu só quero ser
O seu namorado
Não quero saber da sua vida, sua história
Nem do seu passado
Mulher de quarenta eu só quero ser
O seu namorado
Não importa a idade
A felicidade
Chega um dia que vem
Se ela vive feliz
Ou espera de novo encontrar outro alguém
Se ela se distrai
Uma lágrima cai
Ao lembrar do passado
Seu olhar distante
Vai por um instante
A um tempo dourado
Retoca a maquiagem
Cheia de coragem
Essa mulher bonita
Que já não é menina
Mas a todos fascina
E a mim me conquista
Não quero saber da sua vida, sua história
Nem do seu passado
Mulher de quarenta eu só quero ser
O seu namorado
Não quero saber da sua vida, sua história
Nem do seu passado
Mulher de quarenta eu só quero ser
O seu namorado
Retoca a maquiagem
Cheia de coragem
Essa mulher bonita
Que já não é menina
Mas a todos fascina
E a mim me conquista
Não quero saber da sua vida, sua história
Nem do seu passado
Mulher de quarenta eu só quero ser
O seu namorado
Não quero saber da sua vida, sua história
Nem do seu passado
Mulher de quarenta eu só quero ser
O seu namorado
Não quero saber da sua vida, sua história
Nem do seu passado
Mulher de quarenta eu só quero ser
O seu namorado
Fonte: LyricFind
Compositores: Erasmo Carlos / Roberto Carlos
Letra de Mulher de 40 © Sony/ATV Music Publishing LLC

Mulher (sexo frágil) Erasmo Carlos

Dizem que a mulher é o sexo frágil
Mas que mentira absurda
Eu que faço parte da rotina de uma delas
Sei que a força está com elas
Vejam como é forte a que eu conheço
Sua sapiência não tem preço
Satisfaz meu ego se fingindo submissa
Mas fundo me enfeitiça
Quando eu chego em casa a noitinha
Quero uma mulher só minha
Mas pra quem deu luz não tem mais jeito
Porque o filho quer seu peito
O outro já reclama sua mão
E o outro quer o amor que ela tiver
Quatro homens dependentes e carentes
Da força da mulher
Mulher, mulher do barro de que você foi gerada
Me veio expiração pra decantar você nesta canção
Mulher, mulher na escola em que você foi ensinada
Jamais tirei um dez, sou forte mas não chego aos seus pés
Dizem que a mulher e o sexo frágil
Más que mentira absurda
Eu que faço parte da rutina dá uma de elas
Sei que a forca, está com elas
Vejam como e forte, a que eu conheço
Sua sapiência, não tem preciso
Satisfaz meu ego se fingindo submissa
Más fundo me enfeitiça
Quando eu chego em casa a noitinha
Quero uma mulher si minha
Más pra quem deu luz não tem mais jeito
Porque o filho quer seu peito
O outro já reclama sua mão
E o outro quer ou amor que ela tiver
Quatro homens dependentes e carentes
Da forca da mulher
Mulher, mulher, me veio expiração
Pra decantar você Nesta canção
Mulher, mulher, na escola em que você
Foi ensinada
Jamais tirei um dez, sou forte más não chego aos seus pés
Mulher mulher mulher, um um um...
Fonte: Musixmatch
Compositores: Erasmo Esteves / Sandra Sayonara Sayao Lobato Esteves
Letra de Mulher (sexo frágil) © Warner/chappell Edicoes Musicais Ltda


As mulheres são fortes, soberanas, determinadas, guerreiras, empoderadas, batalhadoras, quando querem. Mas, também, podem ser frágeis, românticas, iludidas (lembrei de um filme que assisti, O Limite da Traição).

A mulher pode ser e fazer o que ela quiser.

Não podemos esquecer da frase inicial deste texto.

A metade do mundo é de mulher e a outra metade são os filhos dela!